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December 16 O "2"Não consigo falar do "2" sem ouvir umas grandes malhas, sem sentir o formigueiro da aproximação ao autodromo mesmo nas noites em que só o Rock nos vai manter no tenue equilibrio não nos deixa cair tecnicamente mortos na pista.
Quando comecei a ouvir rock influenciado pelo meu irmão mais velho habituei-me tambem a ouvir falar nessse sitio mitico em que a pista era feita de cacos de garrafas e copos partidos, cujo nome se tinha de dizer como deve ser para não seres considerado TóTó, O "2". Com a idade foi sempre crescesdo o sentimento de lá ir ai iria sentir-me em casa, seria o sitio onde iria passar bons momentos de certeza, quem sabe conhecer a mulher que me enche-se as medidas numa altura em que estavam a ignorar o rock..., mas o rock nunca morreu e o "2" foi uma das grandes casas que o manteve vivo. Quando comecei nas saidas a noite começou a tornar-se prioridade a visita á Catedral do Rock, e a primeira noite foi inesquecivel, nunca mais vou esquecer a sensação de ter passado pelo torniquete já a ouvir grandes malhas que nos acompanhavam já desde a saida do carro, as paredes continuam como naquele dia, a abertuta da pista foi brutal, os robôs antigos e os strobs em todo o seu esplendor rebentaram numa loucura entre o fumo e o som, aquele som que me levou lá e me leva ao longo dos anos para poder beber uma Sagres (que agora já não é gorda), conviver com a tribo do rock que cada vez mais se renova e se fortalece. E continuei a ir e cada vez que vou o meu espirito renova a crença de que o rock nunca morrerá enquanto houver o "2" enquanto as coisas pouco se alterarem. Os amigos que conheci por frequentar, ouvir e gostar daquele rock, são dos meus melhores amigos e a nossa amizade predura na certeza de termos sempre este ponto em comum. By: Pedro "Barmen" Rodrigues TrackbacksThe trackback URL for this entry is: http://acatedraldorock.spaces.live.com/blog/cns!FC2C6A2264F86786!597.trak Weblogs that reference this entry
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